quarta-feira, 30 de julho de 2014

Clichés são comuns para todos

     ''Ser profundamente amado por alguém dá-te força, enquanto que amar alguém profundamente dá-te coragem''- Lao Tzu
Desde o primeiro minuto que li esta frase, algures num livro, que ela permaneceu na minha mente. Simplesmente ficou afixada num dos cantos do meu cérebro, de tal forma que é impossível apagar, como uma recordação, como uma marca no corpo. Exacto. Como uma tatuagem.
     É fácil falar do Amor. Diz-se amor em frente a uma turma numa escola e cada aluno organiza cinco adjectivos diferentes para o caracterizar. Uns com imaginação, originalidade, sabedoria; outros com total falta de intelecto, de espírito, de carácter. Mas ''arranjam'' os ditos adjectivos. E são os seus pontos de vista. São indiscutíveis, mesmo que sejam errados ou contrários aos nossos.
     Diz-se que é algo forte, que é como a vida, só acontece uma vez. Existem bons momentos e maus, mas que os bons valem por tudo o resto de negativo. Que se encontra a ''cabeça no corpo certo''. Encontra-se, num ser humano, o conceito de perfeição. Pratica-se os ditos clichés: Passear de mão dada, beijos carinhosos na testa e o tão falado cafuné. O Amor é, com toda a certeza, lindo.





 Quando é verdadeiro. E aí permanece a diferença.

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